Olá! Neste ano, teremos eleições para definirmos, além de um novo presidente da República, novos governadores, senadores e deputados federais, estaduais e distritais (estes no caso de Brasília). O primeiro turno das mesmas ocorrerão no dia 3 de Outubro, conforme o calendário eleitoral de 2010 aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Eu, Thaís, autora do blog, já possuo o direito ao voto. Entretanto não o farei este ano, pois não estou em condições plenas para isso. Preciso amadurecer mais minhas ideias, afinal o voto tem que ser consciente. É o meu futuro, o seu e de outras gerações que estão em jogo. Portanto, o que farei esse ano, assim como nos anteriores, é debater sobre os candidatos com a minha família e com todos que leem este blog.
Agora, será que o jovem perdeu o interesse pela participação eleitoral? Para refletir sobre esse assunto, leiam abaixo:
A juventude é uma época de nossas vidas onde tudo fica confuso. É a passagem de criança para adulto. Há novas descobertas e decisões a serem tomadas. Nosso futuro depende, praticamente, de tudo o que fazemos nesse período. Assim como o nosso intelecto, as opiniões estão em formação. E será que nesse turbilhão de adventos, os jovens brasileiros do século XXI estão aptos a votar? E se estão, por que não votam?
O Brasil teve uma colonização de exploração. Não havia o sentimento de pátria, apenas o de enriquecimento. Muitos anos se passaram desde essa época. O Brasil era um Estado independente, há pouco mais de 100 anos, quando a constituição de 1988 foi promulgada. Nesta, o jovem cidadão a partir de 16 anos conquistou o direito ao voto facultativo. Uma conquista de uma geração que tinha algum patriotismo, interesse por política e com o futuro dessa nação. Já se passaram 22 anos desde 1988 e nesse tempo decorrido nossa política foi manchada pela corrupção deslavada: por governos desonestos, sem caráter e ética.
O jovem começou a se frustrar. A perder o interesse em seu futuro. A não pensar de forma crítica. Os jovens deste século são, em sua grande maioria, alienados. Há todo instante uma avalanche de informações se abate nessas mentes em formação. Muitas vezes manipulando-as; fazendo-as acreditar que aquela opinião é a correta, é sua. Dois dias depois a opinião cambia. Ninguém mais questiona. A reflexão é quadrada. O que é certo é estar na moda, sendo igual e não expondo suas teorias e ideias.
A juventude brasileira não se interessa pela política por decepção. Por descrença que tudo vir a cambiar. Além de ter se tornada apática e de fácil manipulação.
Contudo não podemos nos olvidar que o ato de votar não é apenas digitar alguns números e pressionar “confirmar”, é mais do que isso. É dar a sua opinião. É exercer seu papel como cidadão. É ter a oportunidade de escolher, mudar e quiçá melhorar seu futuro; mesmo que seu voto seja apenas um entre milhões. Portanto lembrem-se: seu voto pode ser como uma gota de água do oceano, mas sem ela o oceano seria menor.
O que pensam sobre isso?
P.S.: o texto acima é de minha autoria.









